*Por Genival de Souza e Silva A inteligência artificial passou a ocupar um espaço central nas discussões sobre o futuro do mercado de seguros. A cada dia surgem novas ferramentas capazes de automatizar tarefas, analisar grandes volumes de dados, identificar oportunidades comerciais e apoiar processos de tomada de decisão. Diante desse cenário, tornou-se comum ouvir corretores perguntando qual solução tecnológica devem adotar para não ficarem para trás. Embora essa seja uma preocupação legítima, acredito que a principal questão seja outra. Na minha visão, o maior risco para o corretor de seguros não é a inteligência artificial, mas continuar exercendo uma…