*Por Denis Croce Em corretoras de seguros familiares, a sucessão de liderança transcende a mera troca de cadeiras, envolvendo a delicada transferência de um ativo intangível, mas de valor inestimável: a confiança dos clientes e o relacionamento construído com as seguradoras. A passagem do bastão, nesse contexto, não é apenas um ato administrativo, mas um rito de passagem que exige planejamento estratégico e sensibilidade humana para garantir a continuidade do legado e a perenidade do negócio. Para uma corretora de seguros, um plano de transição gradual é ainda mais crítico. Ele não apenas prepara o sucessor para a gestão, mas…