O presidente do Sincor-SP, Boris Ber, participou do Evento de Longevidade, realizado no dia 1º de outubro, na Escola de Negócios e Seguros (ENS), em São Paulo. O encontro foi promovido pelo Instituto pela Diversidade e Inclusão no setor de Seguros (IDIS), em parceria com a ENS e o Banco Bmg.
A programação abordou os impactos da longevidade no mercado de trabalho, a economia prateada, além da diversidade geracional e o propósito de vida.
O presidente do IDIS, Ronny Martins, abriu o evento e destacou as mudanças provocadas pelo aumento da expectativa de vida e pela convivência entre diferentes gerações no mercado de trabalho. Para ele, o setor de seguros deve assumir um papel na construção de ambientes que promovam a integração entre profissionais de diferentes idades.
O presidente do Instituto de Longevidade MAG, Nilton Molina, apresentou reflexões sobre os impactos sociais, econômicos e comportamentais da longevidade. Segundo Molina, o tema envolve toda a sociedade e exige atenção também das novas gerações. Ele citou ainda as transformações tecnológicas e as mudanças nos hábitos de comunicação e comportamento.
Boris Ber participou do primeiro painel do encontro, com o tema “Trabalho 50+”, que discutiu como as empresas lidam com a presença de profissionais com mais de 50 anos no mercado de trabalho.
Durante o debate, o presidente do Sincor-SP falou sobre mudanças nas relações e nas estruturas do mercado de trabalho. Entre os exemplos, citou o aumento da presença de mulheres em cargos de liderança e a adaptação dos profissionais mais velhos às novas tecnologias. “A pandemia, por exemplo, forçou os mais velhos a terem contato com tecnologias como o WhatsApp e o Pix. Este é o caminho daqui para frente. Os mais jovens ajudando com as tecnologias e os mais velhos entrando com a experiência”, afirmou.
Boris Ber também abordou a sucessão nas empresas e defendeu a integração entre diferentes gerações. Para ele, a convivência entre profissionais de idades distintas contribui para a troca de conhecimento e para a continuidade dos negócios. “Essa questão precisa ser destacada. Um ambiente multigeracional só tem a agregar”, finalizou.