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20.05.2026

 Ranking das Seguradoras 2025 reúne dados estratégicos do setor e destaca crescimento

O Sincor-SP lançou, no dia 20 de maio, o estudo “Ranking das Seguradoras 2025”, durante uma edição do SinPodOuvir, podcast da entidade, com apresentação do diretor de Comunicação, Rogério Freeman. Produzido pelo economista Francisco Galiza, o levantamento reúne dados estratégicos do mercado de seguros brasileiro com base em informações oficiais da Susep e da ANS. Para conferir o material, clique aqui.

Segundo Galiza, o estudo tem como objetivo mensurar a presença das seguradoras brasileiras em seus principais ramos de atuação, além de apresentar análises econômicas sobre o comportamento do setor. No material, em diversos casos, as empresas foram agrupadas conforme critérios como origem do capital, controle técnico comum ou estratégia comercial semelhante.

De acordo com o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, os números mais recentes reforçam o crescimento do mercado. “Em 2025, a receita dos produtos de risco alcançou cerca de R$ 313 bilhões, frente a aproximadamente R$ 289 bilhões no ano anterior, evidenciando a expansão do mercado e sua relevância crescente para a economia brasileira”, afirmou.

Durante o programa, Galiza destacou que o desenvolvimento do mercado de seguros depende de três fatores principais: cultura, oferta e condição econômica. “O aspecto cultural envolve a percepção da importância do seguro no cotidiano, além da oferta de produtos e da capacidade financeira da sociedade para adquiri-los. Estes são os pilares para um setor maduro”, explicou.

O economista também apontou o crescimento no número de grupos seguradores em operação no País. “Em 2024, havia 98 grupos seguradores atuando no Brasil. Em 2025, esse número passou para 109 grupos. É um setor saudável, que desperta interesse da sociedade.”

Na avaliação de Galiza, o setor manteve desempenho acima da inflação, com rentabilidade e entrada de novos participantes. “A produtividade do mercado tem aumentado. Em 2025, os cinco maiores grupos de seguros em produtos de risco eram Bradesco, SulAmérica, Porto Seguro, Banco do Brasil e Zurich Santander, representando entre 50% e 55% do mercado. A tendência em longo prazo é de um setor menos concentrado”, concluiu.

O especialista ainda respondeu questões enviadas pela imprensa especializada do setor de seguros.

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