Por Thaís Ruco A saúde suplementar brasileira entrou em uma nova fase. Com mais de 53 milhões de beneficiários e crescimento impulsionado pelo emprego formal, o setor amplia sua relevância dentro da economia, mas passa a conviver com um desafio cada vez mais evidente: como sustentar esse avanço diante da escalada de custos, da maior complexidade regulatória e da própria mudança no comportamento dos usuários e das empresas contratantes. Nos últimos anos, a combinação entre despesas assistenciais em alta, judicialização crescente e alterações no ambiente regulatório passou a pressionar diretamente contratos, margens e a previsibilidade do negócio. Segundo a FenaSaúde,…