O seguro é, basicamente, um produto da iniciativa privada, como todos sabemos. Um cliente — pessoa física ou jurídica — entra em contato com um corretor de seguros — também pessoa física ou jurídica — para adquirir um produto de uma seguradora, que, na maioria das situações, é uma pessoa jurídica de capital privado. Mas onde está o Estado nesse processo? Ou, ainda, onde podemos perceber diretamente os efeitos macroeconômicos? À primeira vista, poderia parecer algo distante — como comprar um suco na lanchonete da esquina: o que o governo ou o cenário macroeconômico teriam a ver com isso? Trata-se,…